Bárbara Paz conversa com Drauzio Varella sobre o premiado documentário “Babenco”

Hector Babenco. Foto: HB Filmes/Divulgação

 

Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, premiado longa-metragem que marca a estreia de Bárbara Paz na direção, é o tema da próxima live no Instagram da Globo Filmes, na próxima quinta-feira (3/9), às 18h. Bárbara comanda o bate papo com Drauzio Varella, que foi médico e amigo de Babenco, e a corroteirista Maria Camargo.

O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença do cineasta Hector Babenco (1946 – 2016). O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.

Há um ano, o filme estreou mundialmente no Festival de Veneza, e a partir de então foi exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. Babenco estava previsto para estrear em abril e foi um dos lançamentos adiados por conta da pandemia. Recentemente, também venceu o prêmio de melhor documentário no Festival Internacional de Cinema de Mumbai, na Índia.

A trajetória por festivais continua em setembro, quando será exibido no FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina, e também tem exibição confirmada no Baltic Sea Docs, na Letônia. Já em outubro, é a vez do público do Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos, e do Pacific Meridian Film Festival, na Russia, assistir ao documentário. O longa também foi selecionado para o FESTIN (Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa), que deverá ocorrer ainda este ano.

No Brasil, sua primeira exibição foi na 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, sendo um dos cinco selecionados para a exibição especial no Theatro Municipal de São Paulo.

 

Bárbara Paz. Foto: HB Filmes/Divulgação


SINOPSE

“Eu já vivi minha morte, agora só falta fazer um filme sobre ela”, disse o cineasta Hector Babenco a Bárbara Paz, ao perceber que não lhe restava muito tempo de vida. Ela aceitou a missão e realizou o último desejo do companheiro: ser protagonista de sua própria morte.

Nesta imersão amorosa na vida do cineasta, ele se desnuda, consciente, em situações íntimas e dolorosas. Revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e fragilidade física que marcou sua vida.

Do primeiro câncer, aos 38 até a morte, aos 70 anos, Babenco fez do cinema remédio e alimento para continuar vivendo. Tell Me When I Die é o primeiro filme de Bárbara Paz, mas, também, de certa forma, a última obra de Hector – um filme sobre filmar para não morrer jamais.

Assista ao trailer de Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou: