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Slam é um campeonato mundial de poesia falada que começou em 1986 em Chicago, chegando ao Brasil em 2008 através do ZAP – Zona Autonoma da Palavra. O Slam Peleia existe desde março de 2017. Acontece nas últimas sextas-feiras do mês no Largo Zumbi dos Palmares, na Cidade Baixa, atraindo centenas de pessoas. Atualmente, está na sua 23ª edição.

Érico Moura apresentará um repertório autoral instrumental no violão especialmente montado para a NOITE DOS MUSEUS. O artista iniciou sua carreira na banda UNIVERSO COLORIDO, que deixou um álbum produzido pelo Marcelo Fruet e teve sua composição “I being me, todo tempo” premiada no IV Festival de Música de Porto Alegre. Neste show, apresentará obras do seu segundo álbum, A M A R É, que tem direção artística de Guilherme Dable e produção de Diego Lopes

Cenas do espetáculo teatral que surgiu em março de 2017. São solos femininos, com escrita feminina, sobre pesquisas autorais, que refazem a memória de mulheres na história e denunciam as violências cometidas contra elas. Poderosas e inquietas, seis atrizes inspiradoras trazem à cena biografias que nos foram subtraídas e histórias que nunca tiveram espaço para serem contadas. MULHERAGEM é uma mandala de mulheres e memória, uma colcha de retalhos imensa, mãos, mentes e pensamentos, arte e vanguarda, ancestralidade, reconstrução de uma mitologia silenciada, histórias que precisam ser contadas. Nas performances estão Juçara Gaspar, Daniele Zill, Manuela Miranda, Juliana Wolkmer, Juliana Kersting e Iassanã Martins.

No seu disco de estreia o compositor gaúcho Mathias 7 cordas faz uma grande reunião de músicos da nova geração da música brasileira, com arranjos do bandolinista Luis Barcelos e do violonista Rafael Mallmith o disco traz composições inéditas que se dividem entre choros e valsas e propõe uma reflexão entre felicidade e tristeza. Sobre o “Falso Folião” Mathias comenta:“é um sentimento que me guia, um gosto inexplicável pela canção, pelo tempo lento e verdadeiro e pela possibilidade de fazer a música que eu gosto sem restrições e sem abrir mão da minha identidade que sempre foi ligada não só a felicidade mas também a tristeza. Falso folião é a ideia de que podemos ser felizes dentro da tristeza e tristes dentro da felicidade, de que a vida é ampla e contempla tudo isso”

Localização

Onde: Praça da Alfândega, s/n° - Centro Histórico

Mapa: goo.gl/maps/pxEyRUkUQYdg6nzj6

Criado em 1954, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS) é uma das mais importantes instituições culturais do Estado do RS. Seu acervo conta com mais de 5 mil obras desde o século 19 até a contemporaneidade, abrangendo diferentes linguagens das artes visuais. Essa coleção de arte é composta por obras de artistas brasileiros, com ênfase na produção de artistas gaúchos, e também por obras de artistas estrangeiros.
Atualmente sob a direção do crítico e curador Francisco Dalcol, o MARGS investe em uma ampla política de exibição e geração de conhecimento a partir de seu acervo, juntamente a projetos curatoriais de mostras individuais e coletivas. Além de integrar a estrutura da Secretaria de Estado da Cultura, o MARGS se mantém graças aos esforços da Associação de Amigos (AAMARGS), fundada em 1982.

QUE RUFEM OS TAMBORES

se as últimas noites foram incríveis, imaginem essa!