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A Banda de Música da Ajudância-Geral da Brigada Militar, criada em 1º de fevereiro de 1912, atua junto aos diversos segmentos da sociedade em eventos de relevância social. Em nível diplomático, o grupo se apresenta nas guardas de honras, recepções internacionais a diplomatas, presidentes e representantes oficiais de países do mundo inteiro, executando seus hinos e marchas oficiais. Em eventos culturais, contempla variados públicos, participando de manifestações comunitárias, como festas, inaugurações, eventos de bairros, além de eventos internacionais. No âmbito institucional, a Banda da BM é importante na manutenção da tradição cerimonial e protocolar

Instrumentista, cantor, compositor, natural de Pelotas/RS é um dos mais respeitados acordeonistas do sul do país na atualidade, comemorando 20 anos de carreira possui onze discos lançados, tendo lançado no final de 2018 novo Cd em parceria com o poeta Gujo Teixeira “Pra se ouvir tomando mate” e, em janeiro de 2019, disponibilizou em todas plataformas digitais, o álbum instrumental Passagem, gravado em São Paulo/SP com consagrados instrumentistas brasileiros tocando repertório autoral. Maia já esteve apresentando-se em importantes projetos musicais e festivais de jazz no Brasil e na Europa e atua frequentemente como solista em prestigiados concertos com especial destaque ao Concerto para acordeom de Radámes Gnattali que interpretou no programa da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e da Orquestra Unisinos/Anchieta. Reconhecido por sua atuação, Luciano Maia conquistou importantes prêmios do Rio Grande do Sul, entre os quais: 8 Prêmios Açorianos; Prêmio Vitor Mateus Teixeira e ainda indicação ao prêmio da música brasileira no ano de 2010.

No seu disco de estreia o compositor gaúcho Mathias 7 Cordas faz uma grande reunião de músicos da nova geração da música brasileira, com arranjos do bandolinista Luis Barcelos e do violonista Rafael Mallmith o disco traz composições inéditas que se dividem entre choros e valsas e propõe uma reflexão entre felicidade e tristeza. Sobre o “Falso Folião” Mathias comenta:“é um sentimento que me guia, um gosto inexplicável pela canção, pelo tempo lento e verdadeiro e pela possibilidade de fazer a música que eu gosto sem restrições e sem abrir mão da minha identidade que sempre foi ligada não só a felicidade mas também a tristeza. Falso folião é a ideia de que podemos ser felizes dentro da tristeza e tristes dentro da felicidade, de que a vida é ampla e contempla tudo isso”.

Trabalho vencedor do Prêmio Açorianos de Melhor Interprete Instrumental 2013 para o multi-instrumentista Renato Z Velho, retorna com clássicos do folk e do blues.Durante a apresentação de 50 Tons de Blues, Renato Velho toca violão de aço e violão dinâmico (slide ou Dobro). Além de cantar e contar histórias sobre o nascimento do Blues e seus expoentes. Maneco Rocha, toca tábua de lavar (washboard), kazoo e harmônica.

Localização

Onde: Rua dos Andradas, 498 - Centro Histórico

Mapa: goo.gl/maps/ATg1SUcVSREQVyx58

Sediado em uma edificação do início do século XX, que evidencia o ecletismo vigente no cenário da cidade, há mais de 100 anos. O Museu, criado em 1985, reúne em seu acervo mobiliário, armamentos, espadas, uniformes, medalhas, material de campanha, equipamentos de cavalaria e de policiamento ostensivo, dos séculos XIX e XX.
Seu acervo fotográfico possui aproximadamente 10 mil imagens, que retratam diferentes fases da História da Corporação.

QUE RUFEM OS TAMBORES

se as últimas noites foram incríveis, imaginem essa!