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Os compositores João Ortácio, Pedro Borghetti, João Salazar e Poty somaram forças para fazer inicialmente uma série de shows pelo estado com a ideia de apresentar as canções que fazem parte de seus trabalhos individuais e em quarteto, trabalhando a presença das vozes e demais acompanhamentos, valorizando o protagonismo de cada cancioneiro.

Trabalho vencedor do Prêmio Açorianos de Melhor Interprete Instrumental 2013 para o multi-instrumentista Renato Z Velho, retorna com clássicos do folk e do blues.Durante a apresentação de 50 Tons de Blues, Renato Velho toca violão de aço e violão dinâmico (slide ou Dobro). Além de cantar e contar histórias sobre o nascimento do Blues e seus expoentes. Maneco Rocha, toca tábua de lavar (washboard), kazoo e harmônica.

Nos últimos quatro anos, Sandro Saldanha esteve a frente da banda de folk JOHN. Nesta empreitada, o grupo acumulou 3 EPs: “Sobre Amor & Café” (2014), “Forasteiro” (2015) e “Pompeia” (2016), este com produção de Lucas Silveira (Fresno). O que proporcionou ao artista uma vasta experiência no palco, totalizando mais de 200 shows pelo país, como Pepsi On Stage e o famoso bar Opinião e abrindo para artistas internacionais como Jake Bugg (UK) e Franny Glass (UY). Depois de atuar como manager/booker do grupo Fire Department Club (RS) nos Estados Unidos e com o fim de sua banda, o artista passou a idealizar o projeto solo se reinventando em composições em inglês e com uma nova sonoridade que passa pelo rock alternativo e indie pop.

“Uma Noite para Criar, Um Dia Para Dançar” é um projeto do Geda Cia de Dança Contemporânea que consiste em performances que unam dança, literatura e arquitetura, criadas em um espaço específico. Para a apresentação na Noite dos Museus, quatro bailarinos desenvolvem uma coreografia pautando-se nas cartas escritas por Júlio de Castilhos para a sua esposa Honorina, dando vida e movimento aos personagens e suas histórias de amor, num entrelaçamento de linguagens que migram do texto para dança. As performances serão apresentadas ao público na Noite dos Museus, utilizando-se das sacadas, escadaria, salas e pátio do Museu Júlio de Castilhos.

Localização

Onde: Rua Duque de Caxias, 1205 - Centro Histórico

Mapa: goo.gl/maps/gFMudYDgLA3t1j376

Composto por duas edificações e uma coleção de cerca de 11.400 peças, o Museu Julio de Castilhos foi criado em 1903, sendo a primeira instituição museológica do RS. A casa principal, em que Julio de Castilhos viveu com a família, foi construída em 1887 e encontra-se em um estágio de transição entre o neoclássico e o ecletismo. O arco de triunfo com uma grande janela central e duas janelas menores separadas por colunas (jônicas) são a principal marca do neoclássico presentes na fachada frontal.
Entre os atrativos do Museu destaca-se o Jardim dos canhões com a presença de três exemplares da Revolução Farroupilha do conhecido episódio da construção de lanchões por Garibaldi, em 1837. Os mesmos foram jogados na Barra do Arroio Santa Isabel, próximo a Villa de Camaquã em um confronto com a tropa imperial para aliviar o peso das embarcações e impedir que fossem tomados pelo inimigo. Estiveram enterrados por 56 anos, sendo localizados em 1925 e doados ao MJC, em 1926, como testemunho desse episódio.

QUE RUFEM OS TAMBORES

se as últimas noites foram incríveis, imaginem essa!